Mostrando postagens com marcador agenda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador agenda. Mostrar todas as postagens

19 de jun. de 2017

Mais de SEM CERIMÔNIA - EM RESIDÊNCIA. Um relatório perceptível.

De 'Me=Morar' a 'Sem cerimônia - versão 2017', de coletivo ao conectivo, de Campo Grande, passando por Rondonópolis, Cuiabá, Aparecida de Goiânia e Goiânia, o que me é revelado é o espelho vivo das nossas carências. Digo quanto Fran, quanto 'ser cidade', no enfrentamento destes abandonos - dos nossos e dos outros - em pontos menores (esquinas, postes) até maiores (antiga estação ferroviária de Goiânia, no centro da cidade, completamente abandonada). 
Quando escolhemos ser conectivo, no lugar de coletivo, olhamos pro aspecto da criação horizontal que é dura, trabalhosa porque a tolerância é a matéria-prima para criar. Isso quer dizer que engloba argumento, ego, desejo, dúvida, consenso, agonia de frente pra gente, já que nos tornamos espelhos, nos vemos e refletimos (no sentido de projetar) o tempo todo. E é isso que queremos e não reclamo. Este jeito de trabalhar acaba criando um campo muito fértil para compor a dança que queremos fazer.
Sendo assim, o 'Sem cerimônia' se tornou um tiro de improviso, uma espécie de "papel em branco, que desenha e se modifica em tempo real. O negócio agora é sobre como lidamos com "isso" tudo. "Isso" é real, é a rua, é cidade e poderia ser em qualquer lugar - "ser-cidade", "ser-escola", "ser-monumento", "ser-rua", "ser-fluxo", "ser". Na hora, bate coragem com a covardia, bate vontade e cansaço, bate sol, bate sede, nojo, as vezes medo, bate desejo e aí bate bastante resistência.





Além da rua, escolhemos também "ser" grandes histórias de abandono. Primeiro no Casario de Rondonópolis, hoje adotado por artistas e comerciantes da região, que fizeram do lugar um espaço simples - de encontros, bons petiscos e arte... Lindo!
Depois a Antiga estação ferroviária de Goiânia que, ao avesso do Casario, representa hoje um lugar negado = um esforço para esquecer a sua existência. 
A nossa resistência, reafirmada anteriormente com as intervenções de rua, virou teimosia e ocupamos por 4 dias o lado 'de fora' da estação, contra todas as previsões de impossibilidade de realização da ação.


Henrique trabalhando na ocupação. Repare o morador de rua no fundo.


4 dias mesmo não tendo se quer banheiro, água e uma secretaria de cultura que nos recusou qualquer suporte. Por fim, nos vimos de preto, no fim da circulação, velando a história dos outros. Fomos estrangeiros tentando fazer parte.




Um grande redemoinho na estação e mesmo sendo no centro da cidade, a sensação de só nós termos visto

E aí, em conseqüência desta vivência, lá vem do novo aquele grito de "ser - é ser político" com a lembrança da nossa casa (Campo Grande/MS),  que tem a antiga rodoviária e o centro de belas artes também abandonado - lugares que nos esforçamos para esquecer. Somos parecidos e abandonamos também, da mesma forma que somos abandonados.
E seguimos por vezes escolhendo o caos, o vácuo e na resistência, produzimos.


Escrito por Franciella Cavalheri - Conectivo Corpomancia.










13 de jun. de 2017

em RESIDÊNCIA, Cuiabá

Chegamos em Cuiabá dia 02 de junho (sexta) e fomos surpreendidos por um clima fresco que pairava sobre a cidade. Saímos, no período da tarde, prontos para conhecermos os possíveis espaços para as intervenções, e de cara, notamos um maior fluxo de pessoas pelas ruas comparado a Rondonópolis, assim também eram os seus centros urbanos, e isso é sempre um poço de ansiedade e surpresa, novas expectativas, novos encontros...

Realizamos três intervenções na cidade, uma no primeiro dia próximo à Praça da República e as outras duas no dia seguinte (03), de manhã nas redondezas da Praça Ipiranga e a noite na Orla do Porto.

Foto: Matheus de Luca

Fomos marcados pelas texturas e contrastes de uma cidade em desenvolvimento, a cidade verde, que bebe de todas as fontes e cores, do piche do asfalto aos históricos prédios perdidos em algum tempo-espaço, camuflados entre os longos calçadões de comércio e a diversidade de habitantes em movimento. Fomos a conhecendo, a cada dança, banco, chão, ponto de ônibus, meio-fio, buzina, esperas, passagens, faixa de pedestre, árvores, cheiros, sons e ruídos intermináveis... Uma cidade em trânsito, efervescente, mas em alerta, movida pelo seu próprio trânsito, onde transeuntes permaneciam, olhavam, falavam e acenavam. Curiosos em cada caminhada e receptivos a cada troca... Era um mundo a cada esquina, uma vitrine em muitos corpos, um porto de cidade!

Foto: Roberta Siqueira

4 de jun. de 2017

em RESIDÊNCIA, Rondonópolis

Foto: Ana Cristina Rodrigues
Depois de alguns meses de trabalho e organização para mais uma experiência corpomante, chegamos na nossa primeira parada, Rondonópolis-MT. Como programado realizamos duas intervenções pela cidade, uma em todo o arredor da Praça Brasil e a outra com início na Avenida Amazonas e desfecho na Praça dos Carreiros. Um turbilhão de sensações em cada percurso!!!


O imprevisto e a improvisação vem se tornando aliados sem cerimônia neste trabalho, jogamos com diversos estímulos e tentamos capturar o que a cidade nos oferece em sua arquitetura física e social. Solto aqui uma sensação de nossa produtora, Roberta Siqueira, durante a residência que alimenta a relação ARTE É pelo viés da corporeidade de Wagner Wey Moreira:

Pelas ruas a pergunta "o que é isso?", em nós a experiência de que é isso, é movimento, é dança na rua, é vida entre vidas, entre as histórias da cidade.
Fotos: Roberta Siqueira e Ana Cristina Rodrigues
Quando fomos para o Casario, onde realizamos a ocupação artística + videodança, conhecemos a beleza deste espaço/lugar que já serviu para abrigar as comitivas de Marechal Rondon. Hoje, várias iniciativas resistem para que ele permaneça vivo e foi a partir desta realidade que criamos uma ocupação em acordo com o que já estava estabelecido ali. Não se tratava de um espaço de abandono, mas sim de um espaço que já é lugar. Criamos um roteiro itinerante que perpassava entre os ambientes internos e externos, preenchia o reduzido e o ampliado, sob a sensação de ocupar e desocupar... Fluir e permanecer, projetando vidas, limites e passagens para o próximo encontro. Sendo vazio e ao mesmo tempo cheio. Sendo casario, casa e rio.

Foto: Gabriela Palomo

28 de mai. de 2017

Sem Cerimônia: em RESIDÊNCIA


De 30 de maio a 08 de junho, o Conectivo Corpomancia, de Mato Grosso do Sul, embarca para Mato Grosso e Goiás, com o projeto ‘Sem cerimônia: em Residência’, contemplado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015. Serão realizadas intervenções nas cidades de Rondonópolis, Cuiabá, Aparecida de Goiânia e Goiânia com o trabalho “Sem cerimônia: ser cidade”. Além das intervenções será realizada uma ocupação com exibição da videodança “me=morar: o corpo em casa” em duas destas cidades: Rondonópolis-MT e Goiânia-GO.


‘Sem cerimônia: ser-cidade’, traça uma relação entre o corpo e a cidade (suas calçadas, vitrines, postes, faixas de pedestre, monumentos, pontos de ônibus, meio fios e pessoas), com o propósito de pesquisar a fronteira entre movimentos cotidianos e dança. As intervenções urbanas acontecem pelas ruas da cidade, sem aviso prévio, o objetivo é provocar um ruído no cotidiano urbano e chamar atenção para as questões do corpo na rua. Ariane Nogueira, Franciella Cavalheri, Henrique Lucas, Marcos Mattos e Ralfer Campagna são os intérpretes-criadores que dão vida as ações.

A intervenção busca assinalar a poética das cidades, dos seus espaços de conviver, de transitar, de se relacionar e assim provocar sensações no cotidiano das pessoas que eventualmente possam ter um contato, ainda que breve e inesperado, com a arte e com a dança, em seu dia a dia.

Para a ocupação, em Goiânia, foi escolhida a Antiga Estação Ferroviária e, em Rondonópolis, foi escolhido o Casario, complexo arquitetônico e sócio-cultural composto por 24 casas feitas de adobe e alvenaria (estilo anos 40), que abrigaram as comitivas do patrono da Comunicação, Marechal Rondon, durante as expedições para a instalação das linhas telegráficas na região. Nestes locais será criada e apresentada uma ação cerimoniosa, promovendo a discussão sobre a dança nos contextos urbanos. Durante esta atividade será exibida a videodança “me=morar: o corpo em casa”, que foi produzida a partir do espetáculo “me=morar”, criado e apresentado em uma casa na Vila dos Ferroviários em Campo Grande-MS, viabilizado pelo Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2008. A videodança explora a questão da memória trazendo à tona sensações despertadas pela casa antiga, daí a escolha da Estação e do Casario para a exibição do material, um lugar histórico da cidade e que tem similaridade com o local onde o vídeo foi gravado.


O projeto ‘Sem Cerimônia’ foi executado pela primeira vez em 2012 por meio do Prêmio Funarte Artes na Rua 2011, que proporcionou ao grupo novas possibilidades de experimentar a dança e a sua inserção no dia a dia das pessoas. Com intervenções na rua e na antiga rodoviária da capital sulmato-grossense, o Conectivo pôde experimentar e propor ruídos no cotidiano das pessoas a fim de aproximá-las dos movimentos de dança e da fronteira tênue entre esses ‘movimentos’ e o movimento comum delas. O sucesso da proposta estimulou o grupo de artistas a buscar novas oportunidades de apresentá-la ao público, assim nasceu a ideia de levar este trabalho para quatro cidades da região centro-oeste: Rondonópolis-MT, Cuiabá-MT, Goiânia-GO e Aparecida de Goiânia-GO.

Ficha técnica
Concepção do projeto: Yan Chaparro

Intérpretes-criadores das intervenções: Ariane Nogueira, Franciella Cavalheri, Henrique Lucas, Marcos Mattos e Ralfer Campagna
Trilha sonora: Jonas Feliz
Realização: Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2015
Apoio: SESC MT

Produção: Arado Cultural (Roberta Siqueira)

31 de mai. de 2014

Sem Cerimônia: Circulação MS



Na próxima semana, o Conectivo Corpomancia realiza intervenções de dança contemporânea e exibição da videodança “me-morar: o corpo em casa” em cidades do interior de Mato Grosso do Sul. As ações, que vão acontecer entre 03 e 04 de junho em Aquidauana, Anastácio e Miranda, integram o projeto “Sem Cerimônia: Circulação MS”, aprovado pelo Prêmio Célio Adolfo de Incentivo à Dança 2013, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

“Sem cerimônia” propõe performar o corpo com a cidade – suas calçadas, canteiros, construções, vitrines, postes, faixas de pedestre, monumentos, pontos de ônibus e pessoas. As performances exploram a fronteira entre movimentos cotidianos e dança. A intenção é provocar um ruído no cotidiano urbano e chamar atenção para as questões do corpo. O processo de pesquisa partiu da observação e do estudo da rotina da cidade e da relação dos corpos com as ruas, postes e outros monumentos. 

O projeto “Sem Cerimônia – ser cidade” foi aprovado no edital nacional do Prêmio Funarte Artes na Rua 2011 e as intervenções aconteceram pela primeira vez no centro de Campo Grande como parte da programação da 7ª Aldeia SESC Terena de Arte e Cultura em 2012. Também integraram o programa da Bienal de Teatro de Campo Grande em 2012 e do Festival América do Sul, em Corumbá, em 2013. 

Videodança “me-morar: o corpo em casa”
A videodança “me-morar: o corpo em casa” foi feita a partir do espetáculo “me=morar”, criado e apresentado em uma casa na Vila dos Ferroviários em Campo Grande, viabilizado pelo Prêmio Klauss Vianna 2008. Este vídeo estreou em 2011 durante a MS Mostra regional de videodança em Campo Grande e já foi apresentado em Recife/PE, durante o Encontro Nacional da Associação Brasileira de Psicologia Social; em Corumbá/MS, na programação de audiovisual do Festival América do Sul 2012 e no México , no festival itinerante “Agita y Sirva!”. 

A escolha de exibir deste trabalho em Anastácio, Aquidauana e Miranda partiu da importância histórica que a chegada da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil teve para a construção e consolidação destas cidades. A videodança explora a questão da memória trazendo à tona sensações despertadas por uma casa antiga na Vila dos Ferroviários em Campo Grande.

O projeto “Sem Cerimônia: Circulação MS”, que conta com as intervenções de dança contemporânea nas ruas e exibição da videodança, foi apoiado pela prefeitura de Aquidauana e pelo Pantanal Hotel em Miranda. 

Serviço
Em Aquidauana as intervenções de rua acontecem no dia 03 de junho às 10h e 15h. Em Anastácio no mesmo dia (03), às 11h e 16h. A exibição da videodança “me-morar: o corpo em casa” será em Aquidauana, na UFMS Unidade I, no Auditório Dóris Mendes Trindade - Praça Nossa Senhora, 163, às 19h30.

Em Miranda, as intervenções ocorrem no dia 04 de junho às 10h e 15h. A exibição da vídeodança será na Escola Estadual Carmelita Canale Revua, na Av. João Pedro Pedrossian, 809- Centro às 19:30.

11 de dez. de 2013

DE TUDO FICA UM POUCO

De 11 a 15 de dezembro, em duas sessões por dia - às 19h30 e 21h, o artista Yan Chaparro apresenta a performance de dança “De tudo fica um pouco” no Movimente Espaço de Danças. O trabalho foi selecionado pelo Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna/2012.

O limite de público é de dez pessoas por sessão. A entrada é gratuita e pode ser agendada antecipadamente pelo telefone 3025-2601 (atendimento de segunda a sexta, das 8h às 11h e 14h às 19h).

“De tudo fica um pouco” acontece em um espaço que remete a um quarto de homem com cama, espelho e objetos do cotidiano. O contato do intérprete-criador com esse ambiente dá origem às cenas, que de certa forma são abertas ao acaso, mas sempre são pautadas pelos dilemas e complexidades amorosos do nosso tempo.

SERVIÇO

O Movimente Espaço de Danças fica na rua Brigadeiro Tobias, nº 956 - Bairro Taquarussu.

FICHA TÉCNICA

Produção: Arado Cultural - Renata Leoni
Concepção: Yan Chaparro
Direção: Chico Neller
Co-direção: Renata Leoni
Cenário e Figurino: Tetê Irie
Preparação corporal: Maria Elvira Barbosa
Fotos: Helton Pérez - Vaca Azul
Trilha: Jonas Feliz
Luz: Yan Chaparro e Chico Neller (colaboração Cadu Modesto Fluhr)
Assessoria de Imprensa: Camila Emboava





* Crédito da foto: Helton Pérez/Vaca Azul


11 de set. de 2013

Espetáculos e oficina em Dourados

Conectivo Corpomancia participa do Festival Internacional de Teatro em Dourados

O Conectivo Corpomancia integra a programação do Festival Internacional de Teatro (FIT) de Dourados. O grupo faz três apresentações de dança e uma oficina durante os dias 16 e 17. As ações são parte do projeto “Corpomancia em Circulação”, aprovado pelo edital do Fundo de Investimentos Culturais (FIC) da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.
No dia 16 (segunda-feira), às 20h, o Conectivo apresenta o espetáculo “Maria,Madalena” no Teatro Municipal de Dourados. Os ingressos custam R$ 10 (inteiro) e R$ 5 (meio) e serão vendidos na bilheteria antes da apresentação.
No dia 17 (terça), o grupo faz duas sessões gratuitas - às 10h e 15h, do espetáculo “Inocência” na Escola Estadual Floriano Viegas Machado, que fica no bairro Jardim Ouro Verde, na rua Cyro Mello, 5305.
A oficina também é gratuita e acontece no dia 17, das 9h às 11h, na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), na sala de exposições da Unidade 1. A produção dos espetáculos e da oficina é da Arado Cultural (Marcos Mattos e Renata Leoni).

O projeto “Corpomancia em circulação” esteve na cidade de Ivinhema, no sul do estado, nos dias 29 e 30 de agosto. Cerca de 390 moradores prestigiaram as ações. Uma das principais finalidades do projeto é o fortalecimento da dança contemporânea em Mato Grosso do Sul.


23 de ago. de 2013

Corpomancia em Circulação: projeto aprovado FIC 2013

Começa o Projeto Corpomancia em Circulação

Nos dias 29 e 30 de agosto, o Conectivo Corpomancia faz três apresentações e uma oficina de dança na cidade de Ivinhema, no sul do estado. As ações são parte do projeto “Corpomancia em Circulação”, aprovado pelo edital do Fundo de Investimentos Culturais (FIC 2013) da Fundação de Cultura, Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

A oficina acontece na tarde do dia 29 (quinta-feira), das 14h às 16h, na Fundação Nelito Câmara. Às 20h, o Conectivo apresenta o espetáculo de dança “Maria, Madalena” na sede do Sindicato dos Professores. No dia 30 (sexta), o grupo faz duas sessões do espetáculo “Inocência” na Escola Estadual Reinaldo Massi – às 9h30 e 15h. Todos os eventos são gratuitos. A produção é da Arado Cultural (Marcos Mattos e Renata Leoni).

Além da circulação em Ivinhema, o projeto “Corpomancia em circulação” também prevê apresentações e oficinas em Dourados, que vão acontecer nos dias 16 e 17 de setembro como parte da programação do Festival Internacional de Teatro (FIT).

Segundo a artista e proponente do projeto, Franciella Cavalheri, a circulação tem como uma das finalidades principais o fortalecimento da dança contemporânea em Mato Grosso do Sul “além das apresentações, incluímos debates após os espetáculos e uma oficina de dança pensando em colaborar com o processo de formação de público no estado”, explica.

Espetáculos

“Maria, Madalena” trata das questões do feminino e questiona os pólos vividos pela mulher na sociedade atual. O espetáculo foi construído como uma experiência coletiva sobre o que é ser mulher nos dias de hoje por meio das próprias convivências, afetos, desejos, relações, limites e diferenças de seus criadores. No palco, as intérpretes-criadoras Ana Maria Rosa, Franciella Cavalheri e Roberta Siqueira. Direção de Diógenes Antônio. A trilha sonora foi feita por Bruno Piazza. A iluminação é de Cadu Fluhyr.

“Inocência” tem como ponto de partida a obra homônima do escritor Visconde de Taunay, publicada no século 19 e considerada hoje o romance símbolo de Mato Grosso do Sul. Se Taunay projetasse seu olhar hoje para este mesmo território, que mulher ele veria? Três intérpretes-criadoras – Camila Emboava, Paula Bueno e Renata Leoni, em diferentes fases da vida, buscam atualizar os temas propostos no romance a partir de suas próprias questões, entrelaçando física, biologia, filosofia, intimidade e kung fu. A direção é de Paula Bueno e a co-direção de Franciella Cavalheri. O figurino é de Marcos Mattos.

Conectivo Corpomancia em Circulação FIC 2013

Produção Marcos Mattos (9238-2829) e Renata Leoni (9202-5340)
Assessoria de Imprensa Camila Emboava (9292-4226)

25 de jul. de 2013

"Maria,Madalena" aborda universo feminino hoje no Aracy

Foto: Adriel Santos



Depois do espetáculo de dança, um debate com três psicólogas aprofunda  a discussão das questões do feminino

Hoje (25), às 20h, o Conectivo Corpomancia realiza o espetáculo de dança contemporânea “Maria,Madalena” no teatro Aracy Balabanian. A apresentação integra a programação do Projeto Cena Som, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul e aborda as questões do feminino na sociedade atual. Após a sessão haverá um debate sobre o universo feminino com as psicólogas Cris Duarte, Lika Rodrigues e Renata Valle.

No palco, por meio da estética aberta da dança contemporânea, três intérpretes-criadoras - Ana Maria Rosa, Franciella Cavalheri e Roberta Siqueira abordam questões do feminino e questionam os pólos vividos pela mulher na sociedade atual. O espetáculo foi construído como uma experiência coletiva sobre o que é ser mulher nos dias de hoje por meio das próprias convivências, afetos, desejos, relações, limites e diferenças de suas criadoras.

A concepção foi de Miriam Gimenes e Roberta Siqueira, ex integrantes do primeiro elenco da Ginga Companhia e Dança. Chico Neller faz a direção e a remontagem ganhou a importante contribuição de Diógenes Antônio na co-direção. A trilha musical foi feita pelo jovem compositor e pianista Bruno Piazza.
Os ingressos custam R$ 15 e R$ 7,50 (meia).

22 de jul. de 2013

Conectivo apresenta Maria, Madalena na quinta (25)




Na quinta-feira (25), às 20h, o Conectivo Corpomancia realiza o espetáculo de dança contemporânea “Maria,Madalena” no teatro Aracy Balabanian, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, em Campo Grande/MS. A apresentação, que aborda as questões do feminino na sociedade atual, integra a programação do Projeto Cena Som, da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

“Maria, Madalena”, por meio da estética aberta da dança contemporânea, trata das questões do feminino e questiona os pólos vividos pela mulher na sociedade atual. O espetáculo foi construído como uma experiência coletiva sobre o que é ser mulher nos dias de hoje por meio das próprias convivências, afetos, desejos, relações, limites e diferenças de suas criadoras.

A construção começou quase como uma brincadeira. Miriam Gimenes e Roberta Siqueira, ex integrantes do primeiro elenco da Ginga Companhia e Dança, depois de 17 anos, se desafiaram a voltar a dançar no palco. A proposta era romper uma barreira raras vezes superada em Mato Grosso do Sul, onde a carreira dos bailarinos costuma terminar muito cedo.

Chico Neller, diretor e coreógrafo residente da Ginga Companhia de Dança, a Cia. mais expressiva do estado, foi convidado a dirigir o espetáculo com seu olhar meticuloso. Franciella Cavalheri, intérprete-criadora do Conectivo Corpomancia, entrou para fazer a intercessão entre os polos Maria e Madalena. Durante o processo de criação, Miriam engravidou e foi substituída por Letícia Toralles, também ex integrante da Ginga. O espetáculo estreou em setembro de 2011 como parte do projeto Palco Giratório do Sesc.

Em 2012, “Maria, Madalena” passou por uma remontagem com a saída de Letícia e entrada de Ana Maria Rosa, integrante do Conectivo Corpomancia e ex bailarina da Ginga. O novo formato foi apresentado no décimo terceiro Festival de Inverno de Bonito e na Bienal de Teatro no MS, Cena Agora. Em 2013, o espetáculo ganhou uma nova contribuição importante – a co-direção de Diógenes Antônio, coreógrafo experiente e também ex integrante da Ginga.

A trilha musical foi feita pelo jovem compositor e pianista Bruno Piazza, que participou da gravação do DVD Multishow Ao Vivo da cantora Maria Gadú, compôs trilhas para alguns filmes e em 2012 lançou CD em parceria com o músico Pedro Altério.

Ingressos

Os ingressos custam R$ 15 e R$ 7,50 (meia). Podem ser comprados antecipadamente na livraria Le Parole, rua Euclides da Cunha, 1126 e no Movimente Espaço de Danças, rua Brigadeiro Tobias, 956 – Taquarussu ou na hora na bilheteria do teatro.

8 de set. de 2012

Conectivo Corpomancia na Bienal de Teatro

Começa a Bienal de Teatro de Mato Grosso do Sul, em sua segunda edição. Os temas dessa edição podem ser resumidos em três palavras: arte contemporânea, redes sociais e colaborativismo. A segunda Bienal traz uma reflexão sobre a cena atual, estabelece conexões com assuntos, projetos e discussões tecnológicas. O evento trabalha o momento, ampliando a visão de como a internet, as redes sociais e o trabalho coletivo transformam a síntese de pensamento dos trabalhadores cênicos, que também dialogam com outras linguagens para resultar na “Cena Agora” que tem o investimento do FIC (Fundo de Investimentos Culturais), Fundação de Cultura e Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, além de apoiadores locais. Bem, estamos dentro disso tudo. E com os trabalhos: Sem Cerimônia, Inocência e Maria, Madalena. É só conferir a programação que pode ser acessada em bienaldeteatro.com.br

Teaser - Inocência (sábado, 20h)




Teaser - Maria, Madalena (domindo, 18h)
este link com Letícia Torales, hoje substituida por Ana Maria Rosa.




Programação da Bienal



30 de jul. de 2012

Inocência nas escolas


Na quarta-feira (1) o espetáculo Inocência estreia na Escola Estadual Maria José Hugo Rodrigues. A apresentação abre uma temporada em escolas estaduais para estudantes do Ensino Médio. Na quinta-feira (2), o espetáculo será apresentado na Escola Estadual Maria Constança de Barros Machado e na sexta (3), na Escola Estadual Lúcia Martins Coelho. As apresentações do dia primeiro serão realizadas nos períodos vespertino e noturno. Nos dias 2 e 3 haverá apresentações de manhã, à tarde e à noite.

O espetáculo “Inocência”, aprovado pelo prêmio Klauss Vianna 2011 da Fundação Nacional de Artes (Funarte), tem como ponto de partida a obra homônima do escritor Visconde de Taunay, cuja leitura costuma ser cobrada em alguns vestibulares do país.

O livro, publicado em 1872, foi um marco do romance regionalista brasileiro e pode-se dizer que é o romance símbolo de Mato Grosso do Sul. A trama acontece na região de Sant’Ana do Paranaíba, em terras que atualmente são sul-mato-grossenses. A obra foi feita a partir de uma viagem do autor para a região e tem grande importância na literatura nacional por retratar o sertão brasileiro de forma realista. Na época, a área era conhecida como vácuo e o retrato da região exótica despertou o interesse do Brasil e de muitos outros países europeus, o que fez da obra uma das mais traduzidas da língua portuguesa.

O espetáculo de dança “Inocência” parte do olhar de três intérpretes com experiências distintas que se relacionam através da dança com os temas despertados por uma leitura atual do livro.

Direção: Paula Bueno
No palco: Renata Leoni, Guilherme Leoni e Camila Emboava
Cenário e figurino: Mary Saldanha
Assistência de direção: Francielle Cavalheri
Produção: Arado Cultural

Então toi toi toi pra quem é de toi toi toi, merda pra quem é de merda e vambora!

23 de mai. de 2012

Escola Osvaldo Cruz recebe o Circulando Diálogos

Na semana que vem (de 28 a 31 de maio) acontece a segunda etapa do Projeto Circulando Diálogos, na escola Osvaldo Cruz. A programação começa na segunda feira com o bate papo "O Que é Dança" dirigido pela Ana Maria Rosa e Marcos Mattos. Depois, na terça e quarta feira, acontecem as oficinas de dança contemporânea (ministrada pela Paula Bueno e Franciella Cavalheri) e de dança de rua com o Marcos Mattos. No dia 31, quinta feira a apresentação "5 minutos" fecha a programação desta etapa. O objetivo do projeto é promover o acesso à arte, especificamente à dança, levando-a para mais perto da comunidade. Na primeira etapa, a Escola Municipal Eulália Neto Lessa recebeu as atividades do projeto. Cerca de 60 pessoas participaram das palestras. As oficinas tiveram 19 participantes e na apresentação cerca de 100 pessoas da comunidade assistiram às coreografias (cuja restrição é o tempo, máximo 5 minutos) do Conectivo Corpomancia e Cia Dançurbana. Na foto abaixo (do Helton Pérez) a apresentação de cena do Sem Cerimônia na Escola Eulália.

16 de nov. de 2011

:: Seminário Diálogos entre Corpo e Cognição 17 e 18/nov 2011


clique para ler a programação

 Este seminário organizado pelo GEPEMULT (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação e Múltiplas Linguagens) junto a Fundação de Cultura de MS acontece em Campo Grande nos dias 17 e 18 de novembro. É uma iniciativa importante porque trata do processo tão vital para a dança: a educação. A programação engloba diversas oficinas, palestras, mesas redondas, comunicações orais e apresentações artísticas. Destaco a participação do Coletivo Corpomancia com a oficina sobre o jogo Corpomancia, no dia 18/11, das 14h às 17h.  As inscrições vão até hoje, 16/11 pelo e-mail gepemult@gmail.com



clique para ler
A primeira vez que a Lenira veio a Campo Grande foi em 2007 para uma oficina sobre os estudos de Laban e cognição. De lá pra cá foram vários encontros sempre bem-vindos em Corumbá, no Rio, aqui em Campo Grande na pós-graduação em Dança em que foi docente... Os encontros com suas publicações foram ainda maiores e são referência no país pra quem estuda Laban. 


A Lenira é uma grande pesquisadora, principalmente porque seu esforço está em juntar em uma só palavra-ação teoriaeprática, como você pode ler no folder. Ela nos traz o entendimento de que a construção do pensamento só pode ser corporal, simplesmente porque "somos" corpo e não "temos" um corpo. 


Que bom ter de volta a Lenira em Campo Grande, este lugar em que ela de alguma forma ela nunca saiu ;)

31 de out. de 2011

Maria, Madalena em nova apresentação


Será dia 04 de novembro, 20h, no Teatro Prosa, SESC Horto.
Ingresso: 1 Kg de alimento não perecível.

Pra "esquentar", vejam parte do texto que uma espectadora escreveu sobre o espetáculo:

Para mim, assistir a peça – dança, teatro – foi um deleite... O roteiro tinha o feminino em seus dilemas, atado às teias do sistema, da vida autorizada por outrem, mas também o feminino da superação que nos leva para um estado de escolhas próprias, com expressão e sentimentos... Senti-me no mundo aberto às expressões e ousadias da arte... Nada de convencional, nada de forma fixa, nada de arte reescrita... Senti-me presenciando um trabalho elaborado com muito cuidado, forte e ousado, resultado da maturidade de seus diretores – um grande trabalho! Sim! O espetáculo pareceu-me mais que dança e mais que teatro – uma explosão de profunda criatividade e expressividade” Nazira Scaffi

18 de nov. de 2010

Brasil canta Mato Grosso do Sul!



O "BR canta MS" é um projeto dirigido por Otávio Neto que com o apoio da Fundação de Cultura do Estado e o governo federal, rodou 5 principais capitais do Brasil(SP, Rio, Curitiba, Floripa, Poa)entre os dias 10 e 24 de Novembro. Foi um show de música, dança e as artes plásticas regionais foram junto e expuseram os seus trabalhos.

Originalmente este projeto foi apresentado no último dia do Festival de Inverno de Bonito em 2008. Neste dia (03 de Agosto, meu aniversário - completando meus 30 aninhos), o Corpomancia fez a dança, sendo representado por mim, pela Julia Aissa e Paula Bueno.

Agora, neste ano de eleição e na indisponibilidade por conta de tantos acontecimentos na vida pessoal dos corpomantes, a Rose Mendonça (é, ela mesma... aquela da Dançurbana) foi convidada com todas as honras para este projeto.
A Cia. Dançurbana tem um trabalho de pesquisa corporal e, com este potencial de trabalho dentro da linha do hip-hop, vimos que podíamos valorizar a diversidade de movimento dentro desta perspectiva de show, que tem o objetivo de fazer uma mostragem do que temos quanto arte no MS.

Rose, anunciada como corpomante nos shows, passou por uma experiência muito nova e, ao mesmo tempo, marcante para mim e os músicos envolvidos. Com o seu "jeito style" na vida e na sua dança, ela seduziu (no ótimo sentido) a turma e influenciou no movimento de todos nas brincadeiras de backstage. Tivemos então este "tempero hip-hop" que cumpriu seu papel nas performances que mantiveram a linguagem contemporênea.

Portanto, registro aqui um profundo agradecimento a Cia. Dançurbana, que liberou a Rose nas vésperas de uma reestréia (isso foi tenso, eu sei), ao Herbert Corrêia (que liberou a casa dele para os ensaios, além do apoio com as idéias) e aos músicos do projeto que abraçaram as nossas atuações.

Agora, estamos em Campo Grande e mostraremos este trabalho na Concha Acustica Helena Meirelles, domingo, às 19h.

Estamos nervosas e esperamos o prestígio dos amigos por lá.

Franciella - 02/12/2010.

15 de nov. de 2010

:: Dolores :: Mimulus Cia de dança


Já faz um tempo e eu assisti um espetáculo da Mimulus na mostra de dança em Corumbá. Foi uma baita experiência, uma das coisas mais lindas que eu já vi em dança. No duro. Veja, estou falando de gosto. Agora eles estarão em Campo Grande, terça e quarta-feira. No duro.

:: Daí sai dança? ::

A agenda do fim de ano está intensa!! Segue o conteúdo do e-mail do prof. Marcelo Victor da Rosa.

Dai sai dança?


Esse é o título do espetáculo de dança da disciplina Danças II do curso de Educação Física da UFMS – Campo Grande.

Os/as acadêmicos do 4º semestre, durante o segundo semestre elaboram coreografias e todos os demais itens que compõem um espetáculo de dança, sob a direção artístico-pedagógica do Prof Ms. Marcelo Victor da Rosa. Os alunos são avaliados durante o processo de construção do espetáculo pelo professor Marcelo, e no dia do evento será avaliado o produto final, ou seja, as apresentações das coreografias por uma banca de profissionais da Educação Física que estudam/pesquisam a dança no curso de especialização em Educação Física: pedagogia crítica da Educação Física, no DEF/UFMS (Marília, Lidiane, Júlio, Bruna e Mayra).

Abertura com grupo convidado BAILAH.


O evento acontecerá na próxima quarta-feira dia 17/11/2010 às 20h no Teatro Glauce Rocha.

A entrada é franca/gratuita.

Contato 3345 7653

Participem!!!

14 de nov. de 2010

:: Apareceu a Margarida ::



E-mail honestíssimo do Arce, ator do monólogo Apareceu a Margarida. Vou repassar e quem for esperto, que vá.

Olá pessoal, neste próximo fim de semana, dias 20 e 21 de novembro, estaremos com as ÚLTIMAS paresentações do meu monólogo Apareceu a Margarida, no SESC HORTO - Teatro Prosa, estamos à caça do público que se perdeu dos teatros e que talvez estejam encarcerados em suas poltronas, sofás ou qualquer assento que lhes entorte a coluna, recebendo doses cavalares de neutralizadores mentais, enviados pela torturante e covardemente sedutora tela da TV.

Dona Margarida espera todos vocês na próxima aula, ela ainda tem muito para ensinar a vocês.

Sinto muito por enviar este e-mail que lhe deixará perturbado, pois sei que jamais será a mesma pessoa se por acaso, por inércia ou desinteresse mesmo, em mover um pouco do mundo que lhe rodeia nao for assistir a esta peça. Nào quebre esta corrente. Se fizer o processo completo, LER ESTE E-MAIL, CONVIDAR MAIS PESSOAS, COMPRAR SEU INGRESSO E IR AO TEATRO, lhe garanto que correrá um sério risco de gostar do que irá vivenciar e talvez até se arrisque a exercitar pensamentos próprios.

Grato pela atenção de quem leu este recado. conto com a ajuda e presença de todos e todas que possam.

Arce Correia

:: As cores do Oriente Médio :: Grupo Litani ::

Dia 21 de novembro, às 20h, tem espetáculo do Grupo Litani. A proposta do espetáculo está bem legal, vejam só a divulgação:

Baseado no Romanceiro de Raquel Naveira - Sob os Cedros do Senhor, o Espetáculo contará a história da Imigração Árabe no Mato Grosso do Sul, em comemoração à data da Independência do Líbano (22 / Nov).
Este espetáculo traz o colorido do Líbano através de um espectro de arte: DANÇA, MÚSICA, POESIA e PINTURA reunidas em uma só noite.
Pintura, através de Guto Naveira, filho da poetisa Raquel Naveira, que retratou um tapete persa utilizando seu estilo pop art, e chegando num resultado 'caleidoscopal' que retrata o que é o Grupo LITANI e a cultura árabe no MS.
Poesia, através do romanceiro e da narrativa de Raquel.
Música através do Quarteto de Música Árabe Erudita - Rubai Charkie de SP.
E a Dança atraves da dançarina Michelli Nahid de SP e do Grupo LITANI, que é o organizador do evento e um grande fomentador da cultura árabe.

Muita pesquisa foi feita para a montagem deste espetáculo; tanto no ramo das danças, quanto para a criação do cenário e dos figurinos, o resultado será um show de emoção e encantamento! Os convites estão sendo vendidos através dos telefones 96137674 / 99852042 / 33263605 por R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia, aguardamos o seu contato!
O objetivo do Grupo LITANI é que todos tenham acesso à cultura e à educação.
ESPERAMOS POR VOCES!!!!