13 de jun de 2017

em RESIDÊNCIA, Cuiabá

Chegamos em Cuiabá dia 02 de junho (sexta) e fomos surpreendidos por um clima fresco que pairava sobre a cidade. Saímos, no período da tarde, prontos para conhecermos os possíveis espaços para as intervenções, e de cara, notamos um maior fluxo de pessoas pelas ruas comparado a Rondonópolis, assim também eram os seus centros urbanos, e isso é sempre um poço de ansiedade e surpresa, novas expectativas, novos encontros...

Realizamos três intervenções na cidade, uma no primeiro dia próximo à Praça da República e as outras duas no dia seguinte (03), de manhã nas redondezas da Praça Ipiranga e a noite na Orla do Porto.

Foto: Matheus de Luca

Fomos marcados pelas texturas e contrastes de uma cidade em desenvolvimento, a cidade verde, que bebe de todas as fontes e cores, do piche do asfalto aos históricos prédios perdidos em algum tempo-espaço, camuflados entre os longos calçadões de comércio e a diversidade de habitantes em movimento. Fomos a conhecendo, a cada dança, banco, chão, ponto de ônibus, meio-fio, buzina, esperas, passagens, faixa de pedestre, árvores, cheiros, sons e ruídos intermináveis... Uma cidade em trânsito, efervescente, mas em alerta, movida pelo seu próprio trânsito, onde transeuntes permaneciam, olhavam, falavam e acenavam. Curiosos em cada caminhada e receptivos a cada troca... Era um mundo a cada esquina, uma vitrine em muitos corpos, um porto de cidade!

Foto: Roberta Siqueira

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